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Ocarina of Time no Switch 2: a Direct, a data e o que ainda emociona

Gostei muito desta Direct. Aquele início com a música orquestral… não tem como. Quem é fã de Zelda, aquilo mexe. Mexe mesmo.

E no meio da celebração dos 40 anos, saiu o que a gente queria: trailer, gameplay e data oficial. The Legend of Zelda: Ocarina of Time chega a 5 de novembro, no Switch 2. Visual reconstruído, cenas dubladas, diálogo expandido, câmara moderna, salto, dash, e a trilha orquestrada. Os sons, as músicas… só de serem as mesmas, já emociona.

Uma coisa: acho que fazia mais sentido mostrarem o trailer primeiro e a gameplay depois. Pra emoção, a ordem pesa. Mas foi bom na mesma.

Sobre o jogo em si, gostei muito. Claro que há mil formas de imaginar um remake de Ocarina of Time. Muitas vezes imaginei algo no estilo que o Breath of the Wild criou. Aqui, vimos outra coisa. Totalmente nova. E, ao mesmo tempo, fiel: é o mesmo jogo, a mesma essência, a mesma Hyrule. Não é um mundo aberto enorme. É Ocarina, de novo, com cara de agora.

Houve uma estranheza, sim. Principalmente nos rostos. A que mais me pegou foi a Zelda. É aquela sensação de não reconhecer o personagem. E aí a cabeça confunde: isso está ruim, ou é só o estranhamento de algo que eu gosto muito, que já joguei milhares de vezes, com uma identidade um pouco diferente? Acho que é a segunda. Está lindo. Só falta acostumar.

Uma coisa que eu queria, e já sabia que era improvável, era que não fosse um remake 1:1. Um Ocarina expandido. Mesmos templos, mas muito maiores, mais salas, mapas diferentes, a mesma essência numa Hyrule enorme. Isso levaria anos. Sempre queremos mais. Isso significa que fiquei desapontado? Não. Estou absurdamente feliz de isto estar a ser lançado.

A Bru (Magela) perguntou se eu acho que este jogo vai fazer novas pessoas amarem Ocarina of Time, como aconteceu com a minha geração. A verdade é: acho que vão gostar. Podem gostar. Mas o que Ocarina of Time foi e é, e o impacto que teve na minha geração, está muito ligado àquela época. Ocarina construiu novos alicerces pros jogos. O impacto era enorme pra quem jogou, algo que simplesmente não existia daquela forma antes de lançar. Então, óbvio, este remake, pra alguém que nunca jogou Zelda, não tem o mesmo impacto. Nem podia ter.

Ansioso demais pra jogar.

Dos extras: o amiibo de Young Link e Young Zelda (vem em 2027) eu amei. A Switch 2 versão Zelda, que sai 29 de outubro… não vou mentir, não ligo muito. Versões diferentes de Switch, pra mim, são basicamente Joy-Con com pintura custom e a dock. O formato do console não permite algo tão diferente que uma capinha ou uns adesivos não resolvam.

Enfim. 5 de novembro. Hey, listen.